China, Japão, EUA. Hoje o mercado produtor está totalmente globalizado, e podemos citar esses países como as principais potências no ramo. Porém, algo está mudando se antes esses países só exportavam para o Brasil, hoje eles próprios vieram para cá, e isso já é um movimento comprovado seja lá qual for o ramo sempre tem um imigrante japonês com um restaurante, ou um chinês com loja de acessórios etc.

Antigamente quando as primeiras embarcações chegaram no Brasil, os imigrantes vinham em busca de trabalho, de melhorar sua condição de vida e depois voltar para sua terra natal, mas isso mudou, hoje quem vêm de fora ou tem descendentes que vieram, procurar em ter seu próprio negócio ao invés de virem para ser empregados como era em décadas passadas.

Há poucos dias atrás, tive o prazer de entrevistar uma família de descendentes japoneses, num papo descontraído aonde eles me contaram um pouco de sua história e como é a vida aqui no Brasil.

Dona Keiko e sua família Suzuki, são nascidos no Brasil, seus pais foram os primeiros a virem pro país buscando condição de vida melhor trabalhando em firmas ou lavouras de café. Quando maiores, ela nos contou que seu marido também buscou a vida no ramo cafeicultor, e depois de um tempo vieram para Varginha, cidade que residem hoje em dia.

Nesta entrevista também conheci um de seus filhos Régis Suzuki, dono de um restaurante na cidade, ele nos contou que teve a ideia de trabalhar com a culinária japonesa no município, no começo era apenas um “delivery” porém, com o crescimento mútuo do negócio, ele teve que abrir um espaço também para pessoas irem comer seus pratos. Hoje, Régis e sua família são um dos pioneiros na cidade, além de ser um dos principais restaurantes voltado para comida japonesa, com muita atenção, higiene, capricho, organização e sabor o “Nippon Japan” é um sucesso, e já está lançando sua filial também na cidade.

Artigo escrito por: Alisson, colunista e escritor do Blog Inovação.

WhatsApp
Enviar