Conheça os 15 empreendedores sociais brasileiros selecionados pelo projeto Red Bull Amaphiko que receberão impulsionamento e mentoria durante 18 meses; Projetos investem em temas diversos, como sustentabilidade, educação e tecnologia

Depois de um período de inscrições que reuniu 868 interessados e 30 finalistas, acabam de ser anunciados os 15 projetos que participarão da Red Bull Amaphiko Academy, programa que, desde 2014, dá asas a pessoas e ideias transformadoras ao redor do globo. Os brasileiros que estão por trás dessas iniciativas são empreendedores sociais de diversas regiões do país, com histórias inspiradoras que buscam a transformação e a inovação social do local em que vivem. É a quarta edição do programa no país e, durante esse tempo, já passaram pela Academia pessoas e projetos famosos nacional e internacionalmente, como o grafiteiro Mundado (do Pimp My Carroça), Camila Carvalho (do Tem Açúcar?) e a cantora e rainha do dancehall Lei Di Dai (do Gueto pro Gueto Sistema de Som).

Com temas como educação, saúde e bem-estar, sustentabilidade, esportes, geração de renda, acessibilidade e tecnologia, a seleção está bem diversificada, formada por 53% de mulheres e 47% de negrxs. Dois projetos são do Grajaú, zona sul de São Paulo, território em que os novos participantes farão uma imersão de 10 dias e darão início ao programa, que dura 18 meses.

Confira a seguir mais detalhes de cada projeto:

  • Adriana Barbosa – PretaHub (São Paulo – SP)
    Hub de tendências negras voltadas para criação, produção, distribuição e consumo. São cinco programas: Feira Preta, Afrolab, Afrohub, Pretas Potências e Conversando a gente se aprende.

  • André Cardoso – Robótica Sustentável (Fortaleza – CE)
    Metodologia de ensino de robótica para crianças e adolescentes, que une conteúdos ligados à tecnologia com o reaproveitamento de materiais eletrônicos descartados.

  • Barbara Terra – Nóis por Nóis (São Paulo – SP)
    Coletivo que busca fortalecer a economia periférica de forma solidária, potencializando a cultura, arte e gastronomia da região. (Grajaú)

  • Beatriz Carvalho – Mato no Prato (São José dos Campos – SP)
    Empresa especializada no cultivo, manejo, distribuição e aplicações gastronômicas de PANCs. Seus principais serviços são consultorias para restaurantes e eventos e a condução de cursos sobre o tema.
  • Digo Ribeiro – Tecnogueto (Rio de Janeiro – RJ)
    Cursos gratuitos de programação básica a avançada na periferia.
  • Felipe Villela – reNature (Rio de Janeiro – RJ)
    Disseminação de tecnologias que permitem a implantação de sistemas escaláveis de produção de commodities em agrofloresta, com foco em grandes empresas e indústrias.

  • Genisson Cardoso – Casa do Cacete (Santa Luzia do Itanhy – SE)
    Produção de estampas e ilustrações com o tema do mangue, valorizando a fauna e flora local, ao mesmo tempo que forma jovens e crianças com os recursos oriundos das vendas de coleções e desenhos.

  • Jefferson Quirino – Favela Radical (Rio de Janeiro – RJ)
    Escola de esportes radicais (surf, skate e escalada) com a visão de usar o espaço da comunidade para engajar jovens em assuntos relevantes e saudáveis e que a própria comunidade se torne um local para a prática desses esportes como referência para esportistas.

  • Katya Lichtnow – Ateliê Catarina (Florianópolis – SC)
    Uma iniciativa que faz produtos, oferece oficinas e minicursos de acessórios com resíduos, disseminando o upcycling e capacitando mulheres.

  • Kim Alecrim – O que Cabe no Meu Prato (São Paulo – SP)
    Novo modo de alimentação para os moradores do Grajaú, extremo Sul da cidade. A iniciativa utiliza a alimentação saudável para construção de hábitos alimentares mais harmônicos entre pessoas e meio ambiente.

  • Leandro Badi – Instituto Faca na Cadeira (São Paulo – SP)
    Promoção do paradesporto como forma de auxílio à reabilitação para pessoas com deficiência. São 3 modalidades: WCMX (“WheelChair MotoCross”) com manobras com a cadeira de rodas nas pistas de skate; Futebol de Amputados e Futebol Inclusivo.

  • Mabi Elu – Favelar (Rio de Janeiro – RJ)
    Serviços de arquitetura e engenharia para as classes C e D, com uso de de mão de obra local, capacitando pedreiros, bombeiros, etc.

  • Marcos Silva – Sue The Real (São Paulo – SP)
    Criação games a partir de histórias afro-brasileiras. Em paralelo, também oferece prestação de serviço de qualidade de software, desenvolvimento de jogos e consultoria.

  • Tainah Fagundes – Da Tribu (Belém – Pará)
    Negócio social de moda feito na Amazônia, que trabalha com acessórios feitos de borracha associando o design com a tecnologia social.

  • Vanessa Prando – Longarina (São Sebastião – SP)
    Uma iniciativa que conecta mulheres ao oceano, interno e externo, colaborando para a saúde emocional, física e espiritual de cada uma, por meio do surf.

Sobre a Red Bull Amaphiko
Red Bull Amaphiko é um programa que, desde 2014, dá asas a pessoas e ideias transformadoras. Presente no Brasil, na África do Sul e nos Estados Unidos, apoia e oferece mentoria, formações e conexões a projetos de empreendedores sociais que estão mudando a realidade de suas cidades e comunidades. Conheça mais em: www.redbull.com.br/amaphikoacademy

Para a Red Bull, inovação social é o resultado de um processo que apresenta novas estratégias, serviços, produtos e/ou modelos de negócios que buscam solucionar desafios da sociedade contemporânea. Essas soluções, além de provocarem novas formas de enxergar o mundo, têm por essência promover uma sociedade mais justa, igual, humana, sustentável e diversa.

Fonte: Agência Lema.

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