A Câmara Municipal de Varginha ficou pequena para tamanha mobilização do evento organizado pelo Coletivo Rio Verde VIVO que trouxe à tona, por meio de falas de representantes de diversas instituições, as suas respectivas avaliações, perspectivas e riscos para o corpo hídrico que viabiliza a vida na região. Somente em Varginha, o rio Verde fornece cerca de 70% da água consumida.

O objetivo do evento foi a ampliação do debate sobre a qualidade da água, expondo os fatores que contribuem negativamente para a saúde do rio e como o mau uso do recurso natural pode impactar diretamente a vida das pessoas.

Entre especialistas, agentes públicos e representantes de instituições, participaram da Plenária, com direito a explanação, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Superintendência Regional de Meio Ambiente (Supram Sul de Minas), Unidade Regional de Gestão das Águas Sul de Minas (URGA SM) representando o IGAM, Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Verde (GD4 – CBH do Rio Verde), Superintendência Regional de Saúde (SRS), COPASA, entre muitos outros representantes de mais de 10 cidades da região.
“Foi um alinhamento de propósitos entre as instituições comprometidas com a criação de um cronograma de metas como a recuperação da mata ciliar, análise independente da qualidade da água e a melhoria no padrão do efluente que o corpo hídrico recebe. O segundo encontro já ficou agendado. Será no dia 22 de agosto, a partir das 18h30 na Câmara de Vereadores de Três Corações”, explica um dos membros do Coletivo rio Verde VIVO, o ambientalista e mobilizador social Diego Gazola.
O evento foi transmitido ao vivo pela Internet através do Blog do Madeira e a transmissão na íntegra, com cerca de 2h30 de duração está disponível na página do coletivo rio Verde VIVO no Facebook.
Nos próximos dias o Coletivo divulgará a “Carta das Águas do rio Verde” com uma síntese sobre o encontro e os principais questionamentos que ficaram pendentes de respostas ou de cronograma para continuidades.

SOBRE O COLETIVO
O Coletivo Rio Verde VIVO é um movimento que emergiu em 2016 com o intuito de fomentar e qualificar o debate sobre a qualidade das águas do rio Verde no Sul de Minas Gerais. A mobilização se iniciou em um momento relevante: durante o processo de licenciamento ambiental e a construção da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Boa Vista 2 em Varginha e também por ocasião da renovação da concessão do serviço de água e esgotamento sanitário com a Copasa no município. As iniciativas podem ter um grande impacto em toda a região, pois se tratam de projetos com duração de pelo menos 30 anos de vigência.

Para mais informações, acesse a página: www.facebook.com/rioVerdeVIVO
Assinam pelo Coletivo: 
Flávia Marquesini, Ronipeterson Landim, Angela Azevedo, Marcelo Naufal, Diego Gazola, Thayse de Castro, William Boechat, Thamires Benetório, Fred Henrique, Jorge Beraldo, Ludmila Maiolini, Rodrigo Naves e Lucy Carneiro.
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